var txtBolonha = new Array(); txtBolonha[1]='
MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA
.
Ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre em Arquitectura, com uma duração de 10 semestres, correspondente à realização de 300 créditos, adequado ao Processo de Bolonha pelo Despacho nº 2054/2008, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 12, de 17 de Janeiro de 2008, reconhecido pelos estados membros da União Europeia no âmbito da Directiva 2005/36/CE, de 7 de Setembro e reconhecido e acreditado pela Ordem dos Arquitectos.
.
Com uma larga experiência na formação de arquitectos, este curso mantém a sua opção inicial – herdada da experiência das Escolas de Belas Artes – de estreita convivência com outros cursos artísticos, numa enriquecedora partilha e confronto de experiências diversificadas no campo artístico.
'; txtBolonha[2]='

Saídas Profissionais

Actividade Liberal; Quadros Técnicos Superiores de Instituições Públicas e Privadas; Assessoria e Consultadoria no campo da Arquitectura.
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MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA  

GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS                    
GRAU DE MESTRE                         10 semestres / 300 créditos ECTS                           

 
 
Estrutura Curricular
 
Arquitectura (ARQ)
130

 

Urbanismo [URB]
9  
Construção e Tecnologias [CET]
42  12
Desenho [DES]
26  
Teoria e Crítica da Arquitectura [TCARQ]
18

6

Teoria e Crítica da Arte [TCA]
3
História da Arquitectura [HARQ]
30  
Ciências Sociais [CS]
21  
Livre
  3

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

279  

CRÉDITOS OPTATIVOS (ECTS)      Total

  21
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto I ARQ A 530 300 20
Desenho / Modelação / Maquetagem DES A 266 180 10
Geometria I DES 1ºS 80 45 3
Geometria II DES 2ºS 80 45 3
Introdução à Cultura Tectónica CET 1ºS 80 30 3
Materiais e Léxico da Construção CET 2ºS 80 30 3
Arquitectura Contemporânea Modelos I TCARQ 1ºS 80 45 3
Arquitectura Contemporânea Modelos II TCARQ 2ºS 80 45 3
História de Arquitectura e Urbanismo I HARQ 1ºS 80 30 3
História de Arquitectura e Urbanismo II HARQ 2ºS 80 30 3
Sistemas Ambientais e Sustentabilidade CS 1ºS 80 30 3
Psicologia da Percepção CS 2ºS 80 30 3
 
 
2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto II ARQ A 530 300 20
Desenho Arquitectónico DES A 266 210 10
Componentes da Edificação I CET 1ºS 80 30 3
Componentes da Edificação II CET 2ºS 80 30 3
Sistemas Estruturais I CET 1ºS 80 30 3
Sistemas Estruturais II CET 2ºS 80 30 3
Arquitectura Contemporânea / Modelos III TCARQ 1ºS 80 45 3
Arquitectura Contemporânea / Modelos IV TCARQ 2ºS 80 45 3
História da Arquitectura e Urbanismo III HARQ 1ºS 80 30 3
História da Arquitectura e Urbanismo IV HARQ 2ºS 80 30 3
Antropologia do Espaço CS 1ºS 80 30 3
Sociologia Urbana I CS 2ºS 80 30 3
 
 
3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto III ARQ A 369 360 24
Conforto Ambiental I CET 1ºS 80 30 3
Instalações I CET 2ºS 80 30 3
Concepção Estrutural I CET 1ºS 80 30 3
Concepção Estrutural II CET 2ºS 80 30 3
História da Arquitectura Moderna I HARQ 1ºS 80 45 3
História da Arquitectura Moderna II HARQ 2ºS 80 45 3
Teoria e História do Urbanismo Contemporâneo I HARQ 1ºS 80 45 3
Teoria e História do Urbanismo Contemporâneo II HARQ 2ºS 80 45 3
Economia dos Recursos CS 1ºS 80 45 3
Paisagem Urbana URB 2ºS 80 45 3
Arte Contemporânea TCA 2ºS 80 45 3
Opção I   1ºS 80 45 3
Opções 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Desenho Assistido por Computador DES 1ºS 80 45 3
Imagem Gráfica I DES 1ºS 80 45 3
Arquitectura Bioclimática ARQ 1ºS 80 45 3
Laboratório Multimédia I MM 1ºS 80 45 3
Antropologia Social e Cultural CS 1ºS 80 45 3
Arte Pública TCA 1ºS 80 45 3
 
4.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto IV ARQ A 636 360 24
Conforto Ambiental II CET 2ºS 80 30 3
Instalações II CET 1ºS 80 30 3
Conservação e Património CET 2ºS 80 30 3
Princípios e Práticas de Projecto para uma Arquitectura Sustentável CET 1ºS 80 30 3
Urbanologia I URB 1ºS 80 45 3
Urbanologia II URB 2ºS 80 45 3
Teoria da Arquitectura I TCARQ 1ºS 80 45 3
Teoria da Arquitectura II TCARQ 2ºS 80 45 3
História da Arquitectura Portuguesa HARQ 2ºS 80 45 3
História do Urbanismo em Portugal HARQ 1ºS 80 45 3
Sociologia Urbana II CS 1ºS 80 45 3
Economia Urbana CS 2ºS 80 45 3
 
5.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Atelier ARQ 1ºS 318 195 12
Opção 1

ARQ
CET
URB

1ºS 80 45 3
Opção 2

ARQ
CET
URB

1ºS 80 45 3
Opção 3

ARQ
CET
URB

1ºS 80 45 3
Opção 4

ARQ
CET
URB

1ºS 80 45 3
Opção 5

TCA

TCARQ

1ºS 160 45 6
Trabalho de Projecto ARQ 2ºS 639 330 24
Seminário Metodológico ARQ 2ºS 53 30 2
Seminário Temático I* ARQ 2ºS 53 30 2
Seminário Temático II* ARQ 2ºS 53 30 2
 

* Unidade curricular em que são promovidas abordagens temáticas relacionadas com a Arquitectura nas suas diferentes opções, com programas diferentes todos os anos e com maioria de convidados exteriores à Escola, ou ainda, actividades a realizar no exterior da Escola devidamente avaliadas.

 
Opções 5.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Critérios e Técnicas de Intervenção na Reabilitação

ARQ 1ºS 80 45 3

Eco-Urbanismo e Desenho de Espaços Exteriores

ARQ 1ºS 80 45 3

Coordenação e Gestão de Projectos

CET 1ºS 80 45 3

Nocões de Condicionantes Regulamentáveis

CET 1ºS 80 45 3

Desenvolvimento Urbano e Territorial

URB 1ºS 80 45 3

Vias e Infra-estruturas Urbanas

URB 1ºS 80 45 3

Ordenamento da Paisagem e do Território

URB 1ºS 80 45 3

Normativa, Gestão e Controlo Urbanístico

URB 1ºS 80 45 3

Estudos Portugueses

TCARQ 1ºS 160 45 6

Artes Plásticas e Arquitectura

TCA 1ºS 160 45 6

Nota: Nas opções do 1º semestre do 5º ano é obrigatório escolher:

2 unidades curriculares na área URB

+

1 unidade curricular na área ARQ

+

1 unidade curricular na área CET

+

1 unidade curricular na área TCA ou TCARQ

 
Legenda:
 
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)

Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.

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CURSO DE ARTES PLÁSTICAS E INTERMÉDIA

Curso do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de nível universitário, conferente do grau de licenciado, constante no Despacho nº 13463/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 110, de 8 de Junho de 2009.

A Licenciatura em Artes Plásticas e Intermédia, de nível universitário, privilegia o pensamento conceptual e estratégico das actividades projectuais artísticas e as competências analíticas e de coordenação, no sentido de contribuir para a criação de moldes inovadores e produtivos de convivência e cooperação e abrir perspectivas para a investigação científica no campo artístico em que se insere. O curso abre, simultaneamente, para a possibilidade de conotações genéricas e de especialidade que têm correspondências na latitude conceptual do seu plano de estudos, habilitando os licenciados a desenvolverem actividades nos domínios da criação artística e, especificamente, desenvolverem práticas no contexto das Artes Plásticas Contemporâneas, nas áreas da Pintura, Desenho e Intermédia, no mercado artístico e editorial, no teatro e artes performativas, na televisão, na publicidade e ilustração, no ensino artístico e tecnológico e na acção cultural dentro do foro das Artes Plásticas e Intermédia.

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Saídas Profissionais
Pretende-se assim promover as seguintes saídas profissionais:


Criação artística nas Artes Plásticas e Intermédia no contexto da Arte Contemporânea através do Trabalho de Projecto;
Actividade criativa aplicada à publicidade, ilustração e cenografia;
Actividade docente na área da educação visual e tecnológica e artes visuais;
Direcção, gestão e coordenação em equipas pluridisciplinares, em estudos e investigação de índole artística e tecnológica, em projectos para o espaço público e privado e em actividades do foro das indústrias culturais;
Colaboração em museus e actividades relacionadas com o património artístico;
Funções de consultadoria e comissariado no âmbito de eventos artísticos;
Crítica da Arte.

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CURSO DE ARTES PLÁSTICAS E INTERMÉDIA
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
 
 
Estrutura Curricular
 
Artes Plásticas [AP]
66  
Ciências Sociais [CS]
3  
Desenho [DES]
9  
História da Arte [HA]
12  
Impressão [IMP]
42  
Multimédia [MM]
12  
Teoria e Crítica da Arte [TCA]
24  
Livre
  12

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

168  

CRÉDITOS OPTATIVOS (ECTS)      Total

  12
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Psicologia da Arte CS S 75 45 3
História da Arte I HA S 75 45 3
Teoria e Análise da Imagem TCA S 75 45 3
Geometria na Arte DES S 150 60 6
Laboratório Multimédia I  MM  S  150 60  6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia I AP S 225 120 9
 
 
2.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Tendências da Arte Contemporânea TCA S 75 45 3
História da Arte II HA S 75 45 3
Composição DES S 75 45 3
Laboratório Multimédia II MM S 150 60 6
Processos de Impressão IMP S 150 60 6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia II AP S 225

120

9
 
 
3.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
História da Arte III HA S 75 45 3
Arte e Espaço Público TCA S 75 45 3
Gravura IMP S 150 60 6
Litografia IMP S 150 60 6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia III AP S 225 120 9
Opção Livre S 75   3
 
 
4.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
História da Arte Moderna e Contemporânea em Portugal HA S 75 45 3
Teoria e Crítica da Arte TCA S 75 45 3
Serigrafia IMP S 150 60 6
Impressão Digital IMP S 150 60 6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia IV AP S 225 120 9
Opção Livre S 75   3
 
 
5.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Estética TCA S 75 45 3
Textos de Artistas TCA S 75 45 3
Projecto de Impressão I IMP S 150 60 6
Som AP S 150 60 6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia V AP S 225 120 9
Opção Livre S 75   3
 
 
6.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Estética das Artes Plásticas TCA S 75 45 3
Curadoria TCA S 75 45 3
Projecto de Impressão II IMP S 150 60 6
Vídeo AP S 150 60 6
Projecto de Artes Plásticas e Intermédia VI AP S 225 120 9
Opção Livre S 75   3
 
 
 
 
 
 
Opções
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Performance TEA S   45 3
Ilustração e Storyboard DES S   45 3

Tipografia

DES S   45 3

Cenografia e Iluminação

TEA S   45  3

Fotografia e Intermédia

FOT S   45 3

Livro de Artista

DES S   45 3

Metodologias da Investigação

CS S   45 3

Imagem Gráfica

DES S   45 3

Teoria e Prática do Argumento I

CAV S   45 3

Lógica de Programação

TIC S   45 3

Processos Fotográficos Alternativos

FOT S   45 3
 
Legenda:
 
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)
Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.
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CURSO DE ANIMAÇÃO E PRODUÇÃO CULTURAL

Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,  constante no Despacho nº 3627/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 19, de 28 de Janeiro de 2009.
.

A Licenciatura em Animação e Produção Cultural possibilita uma formação universitária com a identidade própria de um curso que funciona numa Escola Superior Artística e que atribui especiais competências nesta área, cumprindo não só objectivos de índole teórica, analítica e experimental, mas também objectivos pragmáticos de empregabilidade. A sua estruturação curricular garante o acesso a uma sólida formação teórico-conceptual, no âmbito da Animação e da Produção Cultural, das Ciências Sociais, das Artes e da Comunicação, aplicável em diferentes áreas do actual exercício profissional do Animador e Produtor Cultural, conjugada com a prática laboratorial e oficinal, o trabalho de campo e o estágio académico. O cruzamento disciplinar com outros cursos da Escola, nomeadamente, Teatro – Interpretação e Encenação, Cinema e Audiovisual, Artes Visuais – Fotografia, Design e Comunicação Multimédia e Artes Plásticas e Intermédia, garante a articulação de saberes e práticas de distintas áreas artísticas, técnicas e científicas. Pretende-se, assim, dotar os Diplomados das competências necessárias para a aplicação das diversas metodologias de pesquisa, planeamento, execução e avaliação de projectos de Animação e de Produção de carácter artístico e sociocultural, junto de diferentes públicos, grupos sociais e comunidades, nas seguintes áreas de expansão: Artes e Cultura; Desenvolvimento Local e Património; Recreação e Lazer.

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Saídas Profissionais

O perfil formativo abre oportunidades de exercício profissional em domínios e contextos diferenciados, nomeadamente:

.

Fundações, Associações e Instituições Culturais e Artísticas; Empresas de Programação e Produção Cultural e Artística; Instituições de Gestão Cultural e de Gestão do Património; Associações de Desenvolvimento Local e Comunitário; Autarquias; Organizações Não Governamentais; Estabelecimentos Escolares; Instituições Particulares de Solidariedade Social; Serviços Regionais do Ministério da Juventude; Museus; Galerias e Ateliers de Arte; Teatros; Ludotecas; Bibliotecas; Parques Ambientais; Oficinas de Tempos Livres e Empresas de Animação de Tempos Livres e de Turismo Cultural.

 

 

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CURSO DE ANIMAÇÃO E PRODUÇÃO CULTURAL
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
 
 
Estrutura Curricular
 
Animação Sociocultural [ASC]
72  
Artes Plásticas [AP]
6  
Ciências Sociais [CS]
42  
Comunicação [COM]
6  
História da Arte [HA]
9  
Teatro [TEA]
6  
Tecnologias de Informação e Comunicação [TIC]
6  
Teoria e Crítica da Arte [TCA]
6  
Livre
  27

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

153  

CRÉDITOS OPTATIVOS (ECS)      Total

  27
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Teorias e História da Animação Sociocultural ASC S 150 60 6
História da Arte I HA S 75 45 3
Introdução às Ciências Sociais CS S 75 45 4
Antropologia Social e Cultural CS S 75 45 3
Psicologia Social e do Desenvolvimento CS S 150 60 6
Comunicação Oral e Escrita COM S 75 45 3
Laboratório Multimédia TIC S 150 75 6
 
 
2.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Introdução ao Projecto ASC S 150 60 6
História da Arte II HA S 75 45 3
Metodologias da Investigação Social CS S 75 45 3
Ambiente e Desenvolvimento Sustentável CS S 75 45 3
Relações Interpessoais e Dinâmicas de Grupo CS S 75 45 3
Oficina de Artes Visuais AP S 150 60 6
Jogo e Expressão Dramática TEA S 150 60 6
 
 
3.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto I ASC S 150 60 6

Animação e Produção Cultural I:

- Património Cultural

- Lazer e Cultura Contemporânea

ASC S 150 75 6
História da Arte III HA S 75 45 3
Politicas Sociais, União Europeia e Globalização CS S 75 45 3
Oficina de Línguas Aplicadas COM S 75 45 3
Opção   S 75   3
Opção   S 150   6
 
 
4.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Projecto II ASC S 150 60 6
Sociologia da Arte CS S 75 45 3

Animação e Produção Cultural II:

- Organizações do Terceiro Sector

-Desenvolvimento Comunitário e Local 

ASC S 150 75 6
Políticas e Práticas Culturais ASC S 75 45 3
Educação e Formação Permanente ASC S 75 45 3
Cultura Musical CS S 75 45 3
Opção   S 150   6
 
 
5.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Produção e Programação Cultural ASC S 150 60 6
Economia e Gestão Cultural CS S 75 45 3

Animação e Produção Cultural III:

- Museologia e Serviços Educativos

- Espaços e Equipamentos Culturais

ASC S 150 75 6
Direito da Cultura CS S 75 45 3
Estética TCA S 75 45 3
Comunicação e Mediação Intercultural CS S 75 45 3
Opção   S 150   6
 
 
6.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Comissariado e Curadoria TCA S 75 45 3
Públicos e Marketing Cultural ASC S 75 45 3
Empreendedorismo Cultural e Indústrias Criativas ASC S 75 45 3
Tursimo Cultural e Ambiental CS S 75 45 3
Estágio ASC S 300 165 12
Opção   S 150   6
 
 
Opções
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Expressão Musical TEA S   60 6
Teatro de Rua e Artes Circences TEA S   60 6
Teatro de Formas Animadas TEA S   60 6
Dança TEA S   60 6
Teoria e Crítica da Arte I TCA S   45 3
Arte Contemporânea HA S   45 3
Arte Pública TCA S   45 3
Imagem Gráfica I DES S   45 3
Expressão Fotográfica API S   60 6
Estudos da Performance CS S   45 3
Estudos Etnográficos CS S   45 3
Acrobacia e Movimento TEA S   60 6
Cinema de Animação CAV S   60 6
 
Legenda:
E – Estágio
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral/Seminário
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)
Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.
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CURSO DE ARTES VISUAIS - FOTOGRAFIA

Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,  constante no Despacho nº 3627/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 19, de 28 de Janeiro de 2009.

A licenciatura em Artes Visuais - Fotografia apresenta-se como um processo formativo aberto que contempla a abordagem da História e Estética da Fotografia no quadro da Arte Contemporânea, a aprendizagem e experimentação de técnicas, materiais e meios de expressão fotográficos. Sendo desenvolvida a utilização de processos convencionais, alternativos digitais, procura-se ainda explorar a inserção do dispositivo fotográfico em práticas artísticas interdisciplinares.

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Saídas Profissionais
Com este Curso pretende-se a formação qualificada de profissionais na área da Fotografia, com o objectivo de intervir nos vários domínios das Artes Visuais, nas suas dimensões artística, técnica, pedagógica e científica.


Fotógrafo, Artista Visual e Editor de Imagem (estúdios de fotografia, gabinetes de design, arquitectura e publicidade; jornais e revistas; agências de comunicação, departamentos de imagem e galerias de arte);
Director de Fotografia e Fotógrafo de Cena (cinema e artes do espectáculo);
Docente, Investigador, Crítico ou Curador (instituições públicas e/ou privadas na área das artes visuais e fotografia)

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CURSO DE ARTES VISUAIS - FOTOGRAFIA
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
Área Científica predominante do curso: Fotografia
 
Estrutura Curricular:

Área científica
Sigla
Créditos (ECTS)
Obrigatórios
Optativos
 
Fotografia
 
FOT
                 96
 
Ciências Sociais
CS
       6
 
História da Arte
HA
                 21
 
Impressão
IMP
                 24
 
Teoria e Crítica da Arte
TCA
                   9
 
Livre
 
 
                24
Total
               156
                24

Plano de Estudos:
 
1ºSemestre / 1º Ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ects)
Total
Contacto
História da Arte I
HA
S
75
45
3
Fotografia I
FOT
S
150
75
6
Imagem Digital I
FOT
S
75
45
3
Teoria e Análise da Imagem
TCA
S
75
45
3
Fotografia e Artes Visuais
FOT
S
150
60
6
Práticas Laboratoriais I
IMP
S
150
60
6
Psicologia da Arte
CS
S
75
45
3

2º semestre / 1º Ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ects)
Total
Contacto
História da Arte II
HA
S
75
45
3
Fotografia II
FOT
S
150
75
6
Sociologia da Arte
CS
S
75
45
3
Práticas Laboratoriais II
IMP
S
150
60
6
História da Fotografia
HA
S
75
45
3
Imagem Digital II
FOT
S
150
60
6
Opção
 
S
75
 
3

 3º semestre / 2º Ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ects)
Total
Contacto
História da Arte III
HA
S
75
45
3
Imagem Multimédia
FOT
S
150
60
6
Fotografia Contemporânea
HA
S
75
45
3
Projecto I
FOT
S
150
60
6
História da Fotografia Portuguesa
HA
S
75
45
3
Estúdio I
FOT
S
150
60
6
Opção
 
S
75
 
3

 4º semestre / 2º Ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ects)
Total
Contacto
Textos de Artistas
TCA
S
75
45
3
Edição e Design Gráfico
FOT
S
75
45
3
Arte Digital
FOT
S
150
60
6
Projecto II
FOT
S
150
75
6
Estúdio II
FOT
S
150
60
6
Produção
FOT
S
75
45
3
Opção
 
S
75
 
 
3

 5º semestre / 3º ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ECTS)
Total
Contacto
Estética
TCA
S
75
45
3
Projecto III
FOT
S
150
90
6
Fotografia Aplicada
FOT
S
150
60
6
Projecto Laboratorial I
IMP
S
150
60
6
Opção I
 
S
150
 
6
Opção II
 
S
75
 
 
3

6º semestre / 3º ano

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ECTS)
Total
Contacto
Estética da Fotografia
HA
S
75
45
3
Projecto IV
FOT
S
150
90
6
Projecto Laboratorial II
IMP
S
150
60
6
Estágio
FOT
S
225
120
9
Opção
 
S
150
 
6

Opções

Unidades curriculares
Área científica
Tipo
Tempo de trabalho (horas)
Créditos
(ects)
Total
Contacto
Química e Física da Fotografia
FOT
S
60
3
Processos Fotográficos Alternativos
FOT
S
60
3
Fotografia de Reportagem
FOT
S
45
3
Conservação e Arquivo
FOT
S
45
3
Arquitectura e Paisagem na Fotografia
FOT
S
60
6
Retrato
FOT
S
60
6
Fotografia e Instalação
FOT
S
60
3

Legenda:

ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)

S - Semestral

 

 
 
 
 
 
'; txtBolonha[17]='

CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL

Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,  constante no Despacho nº 3627/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 19, de 28 de Janeiro de 2009.

A licenciatura em Cinema e Audiovisual tem como objectivo dominar mecanismos concretos de intervenção artística assente nas linguagens e nas técnicas do cinema e do audiovisual enquanto meios privilegiados de experimentação, designadamente pela reflexão, concepção, realização e análise crítica de projectos cinematográficos e audiovisuais em produtos como a ficção, o documentário, as séries televisivas, a animação e o género experimental. Graças ao contacto com o meio profissional que o estágio integrado na licenciatura permite, preparar o aluno para trabalhar na gestão de equipas de produção identificando funções específicas e promovendo a interacção criativa entre todos os seus membros. Pretende ainda responder de modo mais adequado às competências científicas, artísticas e técnicas actuais da formação de um profissional de cinema e televisão, licenciado no ensino universitário, proporcionando-lhe a articulação entre as diversas áreas científicas genericamente ligadas ao cinema e ao audiovisual e as áreas que lhe são próximas como a fotografia, o teatro, as artes plásticas, a música e as tecnologias digitais, quer através das opções disponibilizadas no plano de estudos da licenciatura quer das opções disponíveis em outras licenciaturas artísticas na ESAP ou no exterior.

'; txtBolonha[18]='

Saídas Profissionais
Pretende-se assim formar profissionais fortemente qualificados para intervir no mercado em termos artísticos, técnicos, pedagógicos e científicos através do exercício das seguintes profissões:


Realizador e produtor de cinema e de televisão nos seus múltiplos géneros; assistente de realização e produção cinematográfica; assistente de realização e produção televisiva; chefe de produção; assistente de produção; secretariado de produção; montador/operador de montagem/edição em múltiplas plataformas e softwares; director de som; sonoplasta; operador de som, a nível de registo, edição, mistura e construção de banda sonora; operador de câmara cinematográfica e de televisão; assistente de câmara; fotógrafo de cena; director de fotografia; assistente de imagem; técnico de audiovisuais; argumentista com amplo domínio das linguagens e das técnicas de escrita para cinema e televisão; crítico de cinema e televisão com capacidade de intervenção reflexiva nas suas dimensões técnica, estética, narrativa e artística; ensaísta; professor de cinema e audiovisual; investigador.

'; txtBolonha[19]='
CURSO DE CINEMA E AUDIOVISUAL
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
 
 
Estrutura Curricular
 
Cinema e Audiovisual [CAV]
129  
Ciências Sociais [CS]
6  

Teoria e Crítica da Arte [TCA]

6  
Comunicação [COM]
3  
História da Arte [HA]
15  
Teatro [TEA]
3  
Livre
  18

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

162  

CRÉDITOS OPTATIVOS (ECTS)      Total

  18
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

História da Arte I

HA

S

75

45

3

Psicologia da Arte

CS

S

75

45

3

Teoria da Comunicação

COM

S

75

45

3

Expressão Audiovisual

CAV

S

225

90

9

Estruturas Narrativas

CAV

S

150

75

6

Teoria e Prática da Montagem

CAV

S

150

75

6

 
 
2.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

História da Arte II

HA

S

75

45

3

História do Cinema

HA

S

75

45

3

Sociologia da Arte

CS

S

75

45

3

Laboratório Audiovisual I

CAV

S

225

90

9

Práticas Televisivas

CAV

S

150

75

6

Opções

 

S

150

 

6

 
 
3.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

História da Arte III

HA

S

75

45

3

Análise de Filmes

CAV

S

75

45

3

Teoria e Prática do Argumento I

CAV

S

75

45

3

Cinematografia

CAV

S

150

75

6

Realização I

CAV

S

225

90

9

Opções

 

S

150

 

6

 
 
4.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Direcção de Actores

TEA

S

75

45

3

Teoria e Prática do Argumento II

CAV

S

75

45

3

Produção I

CAV

S

75

60

3

Laboratório de Som

CAV

S

150

60

6

Realização II

CAV

S

225

90

9

Laboratório Audiovisual II

CAV

S

150

75

6

 
 
5.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Estética

TCA

S

75

45

3

História do Cinema Português

HA

S

75

45

3

Construção e Análise de Banda Sonora

CAV

S

150

75

6

Produção II

CAV

S

75

60

3

Projecto I

CAV

S

225

90

9

Opções

 

S

150

 

6

 
 
6.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Estética do Cinema

TCA

S

75

45

3

Teorias do Cinema

CAV

S

75

45

3

Documentário Cinematográfico

CAV

S

150

75

6

Projecto II

CAV

S

225

90

9

Estágio

CAV

S

225

120

9

 
 
Opções
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Vídeoarte

CAV

S

 

45

3

Direito da Comunicação

CS

S

 

45

3

Fotografia

FOT

S

 

75

6

Videodança

CAV

S

 

75

6

Conservação e Arquivo

CS

S

 

45

3

Cinema Publicitário

CAV

S

 

75

6

História e Estética do Cinema de Animação

HA

S

 

45

3

Processos e Técnicas do Cinema de Animação

CAV

S

 

75

6

Antropologia Visual

CS

S

 

45

3

Filmologia

CAV

S

 

45

3

Teoria e Prática da Música para Cinema

CAV

S

 

75

6

Novos Media

TIC

S

 

75

6

 
Legenda:
 
S – Estágio
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)
Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.
'; txtBolonha[20]=' '; txtBolonha[21]='

CURSO DE DESIGN E COMUNICAÇÃO MULTIMÉDIA

Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,  constante no Despacho nº 3627/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 19, de 28 de Janeiro de 2009.

A Licenciatura em Design e Comunicação Multimédia, nova designação do Curso Bietápico de Licenciatura em Arte e Comunicação, adequado a Bolonha, dá continuidade ao trabalho, iniciado no ano lectivo de 2001-02, de formação nas áreas artísticas que usam as novas tecnologias da informação e comunicação, as novas ferramentas electrónicas e os novos suportes digitais. O curso apresenta agora um desenho curricular melhor focado nas áreas do design e da comunicação multimédia, não esquecendo no entanto as áreas do audiovisual e da fotografia. São objectivos da licenciatura, de cariz universitário, trabalhar os conteúdos, as “ferramentas” e os conhecimentos fundamentais, conducentes à aquisição das competências, para analisar, reflectir e conceber, produtos, obras, criações e conteúdos de design e comunicação multimédia. A metodologia e o desenvolvimento do trabalho, dentro e fora da escola, estão baseados no estímulo constante nas: pesquisa, experimentação, criação, informação e resposta, de molde a formar criadores e profissionais competentes capazes de responder às actuais exigências e aos futuros desafios da criação multimédia.

'; txtBolonha[22]='

Saídas Profissionais
As principais saídas profissionais são:


Design Multimédia, Design de Comunicação, Web Design, criação de interfaces, criação para os meios e suportes comunicacionais interactivos, Design Audiovisual, e ainda todas as actividades profissionais em que as componentes do Design e da Comunicação Multimédia são maioritárias.

'; txtBolonha[23]='
CURSO DE DESIGN E COMUNICAÇÃO MULTIMÉDIA
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
Área Científica predominante do curso: Design
 
 
Estrutura Curricular
 
Design [DGN]
54  
Ciências Sociais [CS]
12  
Cinema e Audiovisual [CAV]
6  
Comunicação [COM]
15  
Desenho [DES]
12  
Fotografia [FOT]
6  
História da Arte [HA]
9  
Multimédia [MM]
24  
Tecnologias da Informação e Comunicação [TIC]
12  
Teoria e Crítica da Arte [TCA]
3  
Livre
  27

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

153  

CRÉDITOS OPTATIVOS(ECTS)      Total

  27
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
História da Arte I HA S 75 45 3
Teoria da Comunicação COM S 75 45 3
Psicologia da Arte CS S 75 45 3
Geometria DES S 75 45 3
Desenho I DES S 150 75 6
Expressão Fotográfica FOT S 150 60 6
Expressão Gráfica DGN S 150 60 6
 
 
2.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
História da Arte II HA S 75 45 3
Teoria e História do Design DGN S 75 30 3
Sociologia da Arte CS S 75 45 3
Desenho II DES S 75 60 3
Tecnologias Digitais TIC S 150 75 6
Expressão Audiovisual CAV S 150 60 6
Design de Comunicação I DGN S 150 60 6
 
 
3.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
História da Arte III HA S 75 45 3
Argumento para Multimédia COM S 75 45 3
Design de Comunicação II DGN S 150 75 6
Som para Multimédia MM S 150 60 6
Lógica de Programação TIC S 75 45 3
Opções   S 225   9
 
 
4.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Antropologia Visual CS S 75 45 3
Teoria da Cor COM S 75 30 3
Design de Comunicação Multimédia I DGN S 150 75 6
Animação para Multimédia MM S 150 75 6
Ambientes de Programação para Multimédia TIC S 75 45 3
Opções   S 225   9
 
 
5.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Estética TCA S 75 45 3
Semiologia e Semiótica COM S 75 30 3
Arte e Comunicação Multimédia MM S 75 45 3
Design de Comunicação Multimédia II DGN S 150 75 6
Design Audiovisual DGN S 150 75 6
Opções   S 225   9
 
 
6.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Ética e Deontologia da Comunicação CS S 75 45 3
Publicidade e Marketing COM S 75 45 3
Laboratório de Comunicação Multimédia MM S 225 105 9
Produção DGN S 75 45 3
Projecto DGN S 75 45 3
Estágio DGN S 225 150 9
 
 
Opções
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Ilustração DGN S   30 3
Tipografia DGN S   30 3
Tecnologias da Comunicação Escrita COM S   30 3
Animação 2D MM S   30 3
Animação 3D MM S  

30

3
Design Editorial DGN S   45 3
Cinema de Animação CAV S   45 3
 
Legenda:
 
S – Estágio
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)
Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.
'; txtBolonha[24]=' '; txtBolonha[25]='

CURSO DE TEATRO – INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO

Curso do do 1º ciclo de estudos do ensino superior, de cariz universitário, conferente do grau de licenciado, adequado ao Processo de Bolonha,  constante no Despacho nº 3627/2009, publicado no Diário da República, 2ª série, nº 19, de 28 de Janeiro de 2009.

A Licenciatura em Teatro - Interpretação e Encenação tem como objectivo o domínio dos mecanismo inerentes à criação artística teatral nos campos da Interpretação e da Encenação como meios mais privilegiados e relevantes do fenómeno teatral, resultante da reflexão e formação nas diferentes áreas de estudo teórico e prático que o plano de estudos contempla. Graças aos projectos desenvolvidos durante a formação, e que são alvo de apresentação pública, o aluno toma desde muito cedo contacto com os espaços teatrais, podendo confrontar as suas experiências artísticas junto de um público variado e interessado. Situando-se esta licenciatura numa escola de formação artística, em diversos domínios, concretizamos com este ciclo de estudos uma formação interdisciplinar, abrangente, numa perspectiva teatral contemporânea e europeia. Para responder, de modo adequado, às competências científicas, artísticas e técnicas do fazer teatral contemporâneo, articulando as diversas áreas cientificas afins ao teatro, como o cinema e audiovisual, a fotografia, as artes plásticas e a comunicação, através das opções que integram o plano de estudos, disponíveis noutras licenciaturas da ESAP, os alunos poderão diversificar e completar a sua formação, alargando deste modo o seu leque de competências.

'; txtBolonha[26]='

Saídas Profissionais
Pretende-se, assim, formar profissionais qualificados e competentes capazes de intervirem, no mercado profissional, em termos artísticos, técnicos, pedagógicos e científicos, através do exercício das seguintes profissões:


Actor - intérprete para o teatro, cinema ou televisão; encenador; assistente de encenação e de produção; dramaturgista; professor de teatro; formador e animador teatral; autor teatral; crítico de teatro com capacidade para intervir reflexivamente no fenómeno teatral no campo estético, técnico ou artístico; investigador.

'; txtBolonha[27]='
CURSO DE TEATRO – INTERPRETAÇÃO E ENCENAÇÃO
GRAU DE LICENCIADO
6 semestres / 180 créditos ECTS
 
 
Estrutura Curricular
 
Teatro [TEA]
111  
Ciências Sociais [CS]
9  
Ciências da Comunicação [CC]
3  

Dramaturgia [DRT]

9  

Teoria e Crítica do Teatro [TCT]

3  
História da Arte [HA]
24  
Tecnologias de Informação e Comunicação [TIC]
3  
Teoria e Crítica da Arte [TCA]
6  
Livre
  12

CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS (ECTS)       Total

168  

CRÉDITOS OPTATIVOS(ECTS)      Total

  12
 
 
Plano de Estudos
 
 
1.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Historia da Arte I

HA

S

75

45

3

Historia do Teatro I

HA

S

75

45

3

Psicologia da Arte

CS

S

75

45

3

Interpretação I

TEA

S

225

90

9

Expressão Corporal

TEA

S

150

60

6

Teoria da Comunicação

COM

S

75

45

3

Metodologia de Investigação

CS

S

75

45

3

 
 
2.º Semestre / 1.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Historia da Arte II

HA

S

75

45

3

Historia do Teatro II

HA

S

75

45

3

Sociologia da Arte

CS

S

75

45

3

Interpretação II

TEA

S

150

75

6

Jogo e Expressão Dramática I

TEA

S

150

60

6

Análise Textual

TEA

S

75

45

3

Técnica Vocal

TEA

S

150

60

6

 
 
3.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Historia da Arte III

HA

S

75

45

3

Historia do Teatro III

HA

S

75

45

3

Cenografia

TEA

S

75

45

3

Interpretação III

TEA

S

150

75

6

Dança

TEA

S

150

60

6

Expressão Musical

TEA

S

150

60

6

Jogo e Expressão Dramática II

TEA

S

75

45

3

 
 
4.º Semestre / 2.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Historia do Teatro IV

HA

S

75

45

3

Dramaturgia I

TEA

S

75

45

3

Figurinos

TEA

S

150

60

6

Acrobacia e Movimento

TEA

S

150

60

6

Canto

TEA

S

150

60

6

Cenografia e Iluminação

TEA

S

75

45

3

Opção

 

S

75

 

3

 
 
5.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Estética

TCA

S

75

45

3

Teoria de Projecto

TEA

S

75

45

3

Dramaturgia II

TEA

S

75

45

3

Encenação

TEA

S

150

75

6

Teatro de Formas Animadas

TEA

S

150

60

6

Produção

TEA

S

150

60

6

Opção

 

S

75

 

3

 
 
6.º Semestre / 3.º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Historia do Teatro Português

HA

S

75

45

3

Direcção de Actores

TEA

S

150

60

6

Atelier de Drama e de Escrita Teatral

TEA

S

150

75

6

Estética Teatral  

TCA

S

75

45

3

Teoria e Crítica do Teatro Contemporâneo

TCA

S

75

45

3

Informática Aplicada

TIC

S

75

45

3

Opções

 

S

150

 

6

 
 
Opções
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 

Espaços e Equipamentos Sociais e Culturais

ASC

S

 

30

3

Industrias Culturais

CS

S

 

30

3

Expressão Audiovisual

CAV

S

 

30

3

Vídeoarte 

CAV

S

 

30

3

Multimédia

TIC

S

 

30

3

Mímica e Pantomima

TEA

S

 

45

3

Caracterização

TEA

S

 

45

3

Fotografia e Artes Visuais

FOT

S

 

60

6

 Teatro de Rua e Artes Circenses

TEA

S

 

60

6

 
Legenda:
E – Estágio
OT -  Orientação Tutorial
PL – Prático e Laboratorial  
S – Semestral/Seminário
T – Teórico
TC – Trabalho de Campo 
TP - Teórico-Prático
ECTS – Sistema Europeu de Créditos Curriculares (European Credit Transfer and Accumulation System)
Observação: A oferta das unidades curriculares optativas constantes no quadro das opções poderá ser enriquecida de novas unidades curriculares e o funcionamento de cada unidade curricular dependerá do número mínimo de inscrições a definir pela Escola.
'; txtBolonha[28]=' '; var txtCentrosInvestigacao = new Array(); txtCentrosInvestigacao[1]='

.

O Centro de Estudos Arnaldo Araújo (CEAA) da Escola Superior Artística do Porto desenvolve investigação na área de Estudos Artísticos em geral e nas áreas científicas e artísticas dos cursos da ESAP em particular, nomeadamente no campo da Arquitectura, Artes Visuais, Artes Performativas, Cinema e Audiovisual.

.

Criado em 1999 como uma estrutura interna da ESAP, o CEAA é actualmente uma unidade de I&D (uID 4041) financiada pela FCT com dois grupos de investigação, um dedicado à Teoria, Crítica e História da Arquitectura e outro à Teoria, Crítica, História e Práticas da Arte Contemporânea.

.

Desde 2007, CEAA conta ainda com uma Comissão Externa de Aconselhamento Científico composta por Dennis West (Universidade de Idaho, USA), Nuno Portas (Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, Portugal), Roger Copeland (Oberlin College, USA) e Simón Marchán Fiz (UNED, Espanha).

 

 

'; txtCentrosInvestigacao[2]='
Em actualização.'; txtCentrosInvestigacao[3]='
Documentação da construção, constituído pelos professores de construção do curso de arquitectura, teve os estatutos aprovados pelo conselho científico em abril de 2001.

Os objectivos principais deste centro são a criação e manutenção de uma base de dados na área disciplinar da construção, para uso de estudantes e professores. O centro iniciou e desenvolve um acervo de amostras de materiais, catálogos, legislação, normas e especificações técnicas.

Tem ainda, como objectivo, estabelecer relações de parceria com outras instituições similares e prestar apoio a projectos de investigação.'; var txtCesap = new Array(); txtCesap[0]=' '; txtCesap[1]='


A Escola Superior Artística do Porto (ESAP) tem como entidade titular a Cooperativa de Ensino Superior Artístico do Porto (CESAP), entidade de utilidade pública sem fins lucrativos, constituída em Maio de 1982 e legalizada por escritura publicada no Diário da República n.º 202, III série de 1 de Setembro de 1982, tendo autorização de funcionamento concedida pelo despacho 129/m.e.c./86 de 28 de Junho.


A extensão de Guimarães da ESAP possui autorização de funcionamento desde 1990, concedida através da portaria n.º 891/90, de 24 de Setembro, do Ministério da Educação. A Escola Superior Artística do Porto é uma escola associada da Unesco.

'; txtCesap[2]='
Da acção difusora da Cooperativa de Actividades Artísticas Árvore, fundada em 1962, resultou (por imposição da legislação entretanto publicada), em maio de 1982, a instituição de duas Cooperativas de ensino, herdeira das suas experiências no campo do ensino das artes: a Cooperativa de Ensino Superior Artístico Árvore I e a Cooperativa de Ensino Polivalente Artístico Árvore II. Estas três Cooperativas, se bem que unidas pela designação comum Árvore, são totalmente independentes umas das outras, constituindo personalidades jurídicas autónomas.

Esta unidade de designação, se por um lado funcionou como reforço da proximidade entre elas, resultou, a médio prazo, em motivo de variados equívocos e mal entendidos, pelo que foi solicitado pela Cooperativa de Actividades Artísticas, a Cooperativa-Mãe, às Cooperativas de Ensino que prescindissem do uso comum da palavra "Árvore". Nesta sequência, a Cooperativa de Ensino Superior Artístico Árvore I, em sessão da sua Assembleia Geral de 29 de Junho de 1998, aprovou não só a alteração da sua designação como as disposições formais que distinguem a Escola Superior da sua entidade tutelar que é a Cooperativa. Assim, a Cooperativa de Ensino Superior Artístico Árvore I, enquanto escola, passa a designar-se como Escola Superior Artística do Porto, sendo a sua entidade tutelar a mesma Cooperativa que, agora, passa a designar-se por Cooperativa de Ensino Superior Artístico, CRL.'; var txtContactos = new Array(); txtContactos[0]=' '; txtContactos[1]='


ESAP
Largo S.Domingos nº 80, 4050-545 Porto
T. 22 339 21 30  F. 22 339 21 39

Serviços Administrativos
E. secretaria@esap.pt 

(questões sobre os cursos, condições de ingresso e periodos de candidaturas)

CESAP
Rua do Infante D.Henrique nº 131, 4050-298 Porto
T. 22 339 21 00/40  F. 22 339 21 01
E. dircesap@esap.pt

'; txtContactos[2]='


DIRECÇÕES DE CURSO
Largo S.Domingos 80, 4050-545 Porto
T. 22 339 21 30  F. 22 339 21 38
E. cursos@esap.pt

Animação e Produção Cultural
e-mail: apc@esap.pt
Directora: Mestre Eunice Azevedo

Arquitectura
e-mail: arquitectura@esap.pt
Director: Arq. Nicolau Brandão
Vice-Director: Arq. David Viana


Design e Comunicação Multimédia
e-mail: dcm@esap.pt
Director: Dr. Paulo Fernandes

Artes Plásticas e Intermédia
e-mail: api@esap.pt
Director: Mestre Raúl Rabaça

Cinema e Audiovisual
e-mail: cav@esap.pt
Director: Mestre Isolino de Sousa

Artes Visuais - Fotografia
e-mail: avf@esap.pt
Directora: Mestre Ângela M. Ferreira

Teatro - Interpretação e Encenação
e-mail: teatro@esap.pt
Director: Encenador Roberto Merino

'; txtContactos[3]='Assembleia Académica
email: assembleia.academica@esap.pt

Presidente: Mestre Raul Rabaça
Vice-Presidente: Prof. Doutor Franklim Pereira

Secretários:

Dra. Sónia Tomás

Dr. José Manuel Nascimento

 

Direcção Académica
email: da@esap.pt

Director Académico: Dr. M. F. Costa e Silva

Director Adjunto: Mestre Henrique Muga
Director Secretário: Arq. Nuno Martins
 

Conselho Científico
email: científico@esap.pt
Presidente: Prof.ª Doctora Helena Maia
1ª Vice-Presidente: Prof.ª Doutora Manuela Barros
2ª Vice-Presidente: Mestre Mª da Luz Azevedo Silva


Conselho Pedagógico
email: cpedagogico@esap.pt
Presidente: Mestre José Couto
Vice-Presidente: Dra. Sílvia Pinto
Secretário:


'; txtContactos[4]='
Centro de Estudos Arnaldo Araújo
Directora: Arq.ta Alexandra Cardoso
e-mail: ceaa@esap.pt

Centro de Documentação da Construção
Director: Arq. Paulo Fernando Marques de Oliveira

Associação de Estudantes
Tel/Fax: 22 3326579
e-mail: aeesap@mail.telepac.pt
Presidente da Associação: Filipe Brito
Presidente da Mesa da Assembleia – Geral: Francisco Sousa
'; txtContactos[5]='

Mesa da Assembleia Geral
Presidente: António Joaquim Azevedo Almeida
Vice-Presidente: Luís Manuel Vaz S. Ferreira Rodrigues
Secretário: Luís Miguel Martins Miranda  
 
Conselho Fiscal
Presidente: Cidália Maria da Cruz Henriques

Vice-Presidente: Franklim Morais Pereira
Vogal: Filipe Sousa Silva

1º Suplente: Carlos Filipe Ribeiro Duarte Martins 
2º Suplente: Soledade Teixeira Gonçalves de Almeida 

 
Direcção

Presidente: António Manuel da Silva Martins Teixeira 

Vice-Presidente: Fernando Somer Gomes Ferreira de Sousa Silva

Secretário: José Eurico Nascimento Luís Salgado dos Santos 
Tesoureiro: Antonino José da Cunha Braamcamp de Mancelos Silva
1º Vogal: Cristina Susana Meira Leite de Sousa Milão

2º Vogal: Sandra Isabel Valente Antunes

3º Vogal: Gonçalo Luís da Costa Louro

1º Suplente: Francisco José Pereira Vidinha

2º Suplente: Joaquim Pinto Correia

3º Suplente: João Cameira Teixeira de Vasconcelos Portocarrero

'; var txtCursos = new Array(); txtCursos[0]=' '; txtCursos[1]='
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Este curso foi adequado a Bolonha pelo que se solicita a consulta da informação correspondente, na seguinte localização desta página web:
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 03 - Animação e Produção Cultural
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Este Curso foi adequado a Bolonha pelo que se solicita a consulta da informação correspondente, na seguinte localização desta página web:
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 03 - Animação e Produção Cultural
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Este Curso foi adequado a Bolonha pelo que se solicita a consulta da informação correspondente, na seguinte localização desta página web:
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 01 - MI Arquitectura
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 01 - MI Arquitectura
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 06 - Design e Comunicação Multimédia
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Este Curso foi adequado a Bolonha pelo que se solicita a consulta da informação correspondente, na seguinte localização desta página web:
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 02 - Artes Plásticas e Intermédia
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 05 - Cinema e Audiovisual
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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 04 - Artes Visuais-Fotografia
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O plano de estudos do curso adequado a Bolonha com o despacho de 23 de Fevereiro de 2007, está disponível para DOWNLOAD.


1.º CICLO

1.º Ano
História da Arte I
Psicologia da Arte
Fotografia I
Laboratório I
Expressão Audiovisual
Expressão Plástica
Teoria da Comunicação
Física Aplicada
Teoria da Imagem
Química Aplicada

2.º Ano
História da Arte II
História da Fotografia
Fotografia II
Laboratório II
Imagem Digital I
Processos Alternativos
Sociologia da Arte ( Semestral )
Opção * ( 1º Sem )
Semiologia da Imagem ( Semestral )
Opção *( 2º Sem )

3.º Ano
História da Arte III
Estética
Fotografia III
Laboratório III
Imagem Digital II
Fotografia Aplicada
História da Fotografia Portuguesa
Conservação e Arquivo ( Semestral )
Opção *

2.º CICLO ( Grau de Licenciado )

1.º Ano
Teoria e Crítica da Arte
Estética da Fotografia
Laboratório Digital
Impressão Fotográfica Avançada
Projecto
Seminário( 1º Sem )
Direito da Comunicação( 1º Sem )
Produção Fotográfica ( 2º Sem )
Estágio ( 2º Sem )

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Menu 03 - Cursos Bolonha, submenu 07 - Teatro - Interpretação e Encenação
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'; txtCursos[28]=' '; txtCursos[29]=' '; txtCursos[30]=' '; txtCursos[31]=' '; var txtDownloads = new Array(); txtDownloads[1]='

Identidade Gráfica

- Manual de Identidade Gráfica da ESAP

- Manual de Identidade Gráfica da CESAP

Publicações

- Guia do Estudante

Newsletter Trimestral ESAP

- Nº 1 - OUT. NOV. DEZ. 2005

- Nº 2 - JAN. FEV. MAR. 2006

- Nº 3 - ABRIL.JUL 2006

- Nº 4 - OUT. NOV. DEZ. 2006

- Nº 5 - JAN. FEV. MAR. 2007

'; txtDownloads[2]='


- Associação Portuguesa do Ensino Superior Privado - APESP - www.apesp.pt

- Associação Porto Digital - PortoDigital.pt

- Fundação da Juventude - www.fjuventude.pt

- CienciaPT - www.cienciapt.net

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ECTS – Sistema Europeu de Transferência de Créditos

O ECTS (Sistema Europeu de Transferência de Créditos) assenta no pressuposto de que o reconhecimento dos estudos e dos diplomas é uma condição prévia à criação de um espaço europeu mais aberto em matéria de educação e de formação.

O sistema ECTS, após ter sido submetido a uma avaliação por parte da Comissão Europeia, foi incluído no Programa SÓCRATES na Acção ERASMUS. Por conseguinte, após uma fase experimental de aplicação restrita, o ECTS começou a ser utilizado de uma forma mais ampla, enquanto elemento de pleno direito da dimensão europeia no ensino superior.

Assim, este sistema de transferência de créditos é, antes de mais, uma metodologia destinada a criar transparência, a estabelecer as condições necessárias para a aproximação entre os estabelecimentos e a ampliar o leque de opções propostos aos estudantes. A sua aplicação facilita o reconhecimento dos resultados académicos dos estudantes, e encontra-se a ser realizada na Esap através da Coordenação Erasmus. Foi solicitado a colaboração às Comissões de Programas ( grupos de trabalho de docentes) do Conselho Cientifico. De acordo com as recomendações da Agência Nacional o processo deve contemplar:
- inquérito os alunos – formulário on-line ( agradece-se o preenchimento e envio para o email da@esap.pt )
- inquérito aos docentes - formulário on-line ( agradece-se o preenchimento e envio para o email da@esap.pt )
- elaboração de proposta de atribuição de créditos aos planos de estudos dos cursos da Esap
- apresentação de proposta ao Conselho Cientifico para aprovação ( até final de 2005 )
- introdução dos dados on-line ( planos de estudo, conteúdos programáticos - ficha da disciplina )
O Sistema Europeu de Transferência de Créditos é um sistema que tem por base o volume de trabalho do estudante ( curricular e complementar ) necessário para atingir os objectivos de um programa de estudos, os quais são preferencialmente definidos em termos de resultados de aprendizagem e de competências a adquirir.
Os créditos ECTS representam, através de um valor numérico, expresso de 1 a 60, o volume de trabalho que o estudante tem de prestar para cada módulo ou disciplina.
Os créditos ECTS reflectem a quantidade de trabalho que cada módulo ou disciplina exige, em relação ao volume global de trabalho que é necessário para terminar com êxito um ano de estudos, ou seja, aulas teóricas, trabalhos práticos, seminários, estudo individual, etc.
No ECTS, 60 créditos representam o volume de trabalho de um ano de estudos. Regra geral, 30 créditos equivalem a um semestre e 20 créditos a um trimestre de estudos.
Os créditos ECTS são aplicáveis a estágios e preparação de teses, quando estas actividades fizerem parte de um programa regular de estudos na instituição de origem e na instituição de acolhimento.
Os créditos ECTS são aplicáveis a disciplinas e são atribuídos a estudantes que as completem com sucesso, passando nos exames ou em outras avaliações.

Para mais informações sobre este Sistema consultar o site: http://europa.eu.int/comm/education/programmes
/socrates/ects_en.html
'; txtEcts[2]='
Formulário de inquérito aos Docentes:
Todos os cursos: ECTS-DOCENTES-05.doc

Formulário de inquérito aos Alunos:
Curso de arquitectura: Arquitectura-ects.doc
Curso de Animação Sócio Cultural: Animação Sócio Cultural-ects.doc
Curso de Arte e Comunicação: Arte Comunicação-ects.doc
Curso de Artes Plásticas: Artes Plásticas-ects.doc
Curso de Cine-Video: Cine-Video-ects.doc
Curso de Fotografia: Fotografia-ects.doc
Curso de Teatro: Teatro-ects.doc

'; var txtErasmus = new Array(); txtErasmus[1]='

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NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO DO PROGRAMA ERASMUS - MOBILIDADE DE ALUNOS NA ESAP

APROVADAS EM REUNIÃO DO CONSELHO CIENTÍFICO DE 11/03/2009

COM BASE NO PROGRAMA SECTORIAL ERASMUS

NORMAS PARA A GESTÃO DAS SUBVENÇÕES ERASMUS PROALV

A VIGORAR A PARTIR DO ANO LECTIVO 2010/2011

PARA OS CURSOS DO 1º CICLO E PARA O MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA

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CANDIDATURAS

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CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE

Para se candidatar o estudante deve preencher as seguintes condições:

à Ser cidadão de um estado-membro da União Europeia, do Espaço Económico Europeu ou dos Países associados participantes no programa; ser nacional de outro país, mas beneficiar do estatuto de residente permanente, apátrida ou refugiado político, em Portugal;

à Nunca ter beneficiado da mobilidade ERASMUS;

à Ser aluno da ESAP durante o ano lectivo em causa, numa das áreas associadas a cada uma das parcerias europeias estabelecidas pela ESAP;

à Estar inscrito, no ano lectivo em que se efectua a mobilidade, no curso que frequenta na ESAP;

à Ter concluído com êxito o primeiro ano de estudos universitários (até ao final do período lectivo em que se candidata à mobilidade);

à Não estar inscrito no último semestre do curso;

à Ter média dos anos ou semestres já concluídos na ESAP igual ou superior a 13, devendo os arredondamentos para o seu cálculo ser aplicados. A média é calculada, tendo por base o número total das disciplinas do ano ou do semestre, contemplado no respectivo plano de estudos.

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NORMAS DO PROCESSO DE SELECÇÃO E SERIAÇÃO

O processo de selecção e seriação dos candidatos à mobilidade ERASMUS tomará em consideração as seguintes normas:

à Ano curricular em que se encontra o aluno. Será dada prioridade aos alunos que frequentem anos mais avançados;

à Nota média do aluno.

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Critérios de desempate:

à Domínio de língua(s) estrangeira(s), através da apresentação de comprovativo(s).

à O volume global de trabalho correspondente ao plano de estudos a realizar na universidade de acolhimento. Será dada prioridade aos alunos que pretendam realizar o equivalente a metade ou mais do volume global de trabalho que realizariam em igual período na ESAP.

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Às normas acima mencionadas corresponde a seguinte classificação a ser ponderada no processo de selecção e seriação dos candidatos (de acordo com esta tabela):

à Ano curricular – 50%

à Nota média – 50%

 

 

'; txtErasmus[2]='

1ª FASE: CANDIDATURAS

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A candidatura à mobilidade erasmus é formalizada através do respectivo formulário, disponível na Secretaria e na página web www.esap.pt. O formulário deve ser devidamente preenchido e entregue na Secretaria (2º andar – S. Domingos) no periodo definido pela Coordenação Erasmus para o efeito, juntamente com a Ficha Curricular (a solicitar na Secretaria na altura da entrega da candidatura) e uma fotografia tipo passe (original).

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'; txtErasmus[3]='
2ª FASE: SELECÇÃO E SERIAÇÃO
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Os alunos que apresentarem a sua candidatura serão seleccionados e seriados, de acordo com as Normas do Processo de Selecção e Seriação, devendo os alunos aguardar um contacto posterior da Coordenação Erasmus, relativamente aos resultados desse processo.
Entretanto, a Coordenação Erasmus enviará às Direcções de Curso uma seriação provisória indicando as universidades de acolhimento (mediante as opções apresentadas pelo aluno e sujeito às vagas existentes), acompanhada de cópia das fichas de candidatura.
Compete à Direcção de Curso apresentar formalmente um parecer à Coordenação Erasmus, no prazo de uma semana após a data de recepção da seriação provisória. Posteriormente, a seriação, acompanhada do respectivo parecer, é remetida ao Conselho Científico para apreciação, esperando-se uma deliberação com a maior brevidade possível, para ser feita a comunicação aos alunos candidatos e às universidades parceiras.
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Depois da conclusão deste processo, os alunos seriados devem definir em conjunto com as respectivas Direcções de Curso, o plano de estudos a desenvolver na universidade parceira.
O plano de estudos realizado pelo aluno na Universidade de Acolhimento será creditado, no final da mobilidade, em função das áreas científicas e respectivos créditos ECTS correspondentes, no Curso da ESAP, aos semestres de mobilidade.
Compete à Direcção de Curso apresentar formalmente à Coordenação Erasmus, a proposta de plano de estudos dos respectivos alunos seriados (até ao final do mês de Junho). Posteriormente, estas propostas serão remetidas para o Conselho Científico. Compete à Coordenação Erasmus a comunicação do resultado ao e às universidades parceiras informando dos alunos seleccionados. Nesta fase o aluno ainda está sujeito à aceitação da Universidade para onde foi seriado.
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NOTA: Durante a 2ª fase, o aluno seriado fica sujeito à aprovação da sua candidatura pelo Conselho Cientifico da ESAP e à aceitação da universidade parceira. Só após a aprovação do plano de estudos pelo Conselho Cientifico e a aceitação da universidade parceira, o aluno estará em condições de finalizar a candidatura.
 
 
'; txtErasmus[4]='

3ª FASE: PREPARAÇÃO E FORMALIZAÇÃO DA CANDIDATURA

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Os alunos seleccionados, após contacto da Coordenação Erasmus da ESAP, deverão proceder à:

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a) Preparação da Mobilidade

O aluno candidato deve recolher informação sobre a universidade de destino no próprio site dessa universidade. O aluno candidato é responsável por resolver questões relacionadas com alojamento e questões práticas de mobilidade (datas, viagens, calendário académico, etc.). O candidato pode procurar cursos de preparação linguística na língua do país de destino (EILC e outros).

Recomendações importantes para o aluno antes da partida para a universidade de acolhimento:
- Tratar dos documentos necessários para a assistência médica no estrangeiro (Cartão de Saúde Europeu a obter na Segurança Social ou A.D.S.E, consoante o sistema de segurança social que o aluno tenha);
- Se necessário, passar uma Procuração, em nome de um familiar que o represente caso seja necessário assinar alguns documentos.

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b) Formalização da Candidatura

O aluno candidato deve formalizar o seu processo de candidatura, entregando à Coordenação Erasmus os documentos enviados pela Universidade de Acolhimento, devidamente preenchidos, nomeadamente, o Student Application Form que deverá ser preenchido em inglês e em letra de imprensa bem legível. Em alguns casos, esse preenchimento deverá ser feito no website da universidade parceira.

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NOTA: os candidatos deverão ainda verificar, através do site da universidade para onde pretendem ir, se essa instituição tem algum formulário próprio de candidatura ERASMUS, uma vez que algumas universidades exigem o preenchimento do formulário da própria instituição.

 

'; txtErasmus[5]='

4ª FASE: CONFIRMAÇÃO DE MATRICULA E PLANO DE ESTUDOS

(JÁ EM MOBILIDADE NA UNIVERSIDADE PARCEIRA)

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O aluno deve fazer chegar, por fax (+351 223392135), ao cuidado da COORDENAÇÃO ERASMUS, um documento comprovativo da inscrição/matrícula nas disciplinas referentes ao plano de estudos aprovado na ESAP.

Caso haja alterações ao plano de estudos aprovado na ESAP, o aluno deve propô-las por escrito, à respectiva Direcção de Curso da ESAP, através do preenchimento do formulário fornecido para o efeito.

Essa proposta de alteração deve ser fundamentada pelo aluno e confirmada pela Coordenação Erasmus da universidade de acolhimento. O seu envio deve ser feito por fax (+351 223 392 138) ou por e-mail (cursos@esap.pt)  para as Direcções de Curso da ESAP, mediante a digitalização do documento. As propostas de alteração devem ser apresentadas, para cada semestre, até um mês após o início das aulas na universidade de acolhimento.

Compete à Direcção de Curso apreciar e dar parecer formal por ofício sobre a proposta de alteração ao plano de estudos do aluno e remetê-la para a Coordenação Erasmus que a enviará ao Conselho Científico.

NOTA: O incumprimento desta fase pode implicar a não atribuição de equivalências e comprometer a aprovação do aluno.

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No final do ano lectivo o aluno deve procurar obter os certificados de notas devidamente traduzidos para inglês, sendo importante que se verifique a correspondência de nomes entre as disciplinas do plano de estudos aprovado (última versão aprovada) e as disciplinas constantes dos certificados.

NOTA: Caso não estejam disponíveis informações em inglês é da responsabilidade do aluno a tradução dos planos de estudos devidamente certificados por um tradutor.

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Após o seu regresso a Portugal, o aluno deve entregar os seguintes documentos à Coordenação Erasmus até um mês após o término das aulas na universidade de acolhimento:

à Originais dos certificados comprovativos de aproveitamento do plano de estudos realizado na universidade parceira;

à Relatório Final de Estudante (fornecido pela Coordenação Erasmus no início da mobilidade);

--> Proval of Stay (fornecido pela Coordenação Erasmus no início da mobilidade).

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NOTA: O aluno só poderá matricular-se no ano lectivo seguinte após a entrega destes documentos. A matrícula será condicional até à conclusão do processo de equivalências no Conselho Científico.

 

'; txtErasmus[6]='

5ª FASE: EQUIVALÊNCIAS E CONCLUSÃO DO PROCESSO DE MOBILIDADE

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Com base no plano de estudos aprovado pelo Conselho Científico e nos certificados de notas emitidos pela universidade de acolhimento, a Coordenação Erasmus elabora uma proposta de equivalências que envia posteriormente à respectiva Direcção de Curso para apreciação e emissão de parecer formal por ofício. O processo será então enviado ao Conselho Cientifico para deliberação.
Na elaboração da referida proposta de equivalências devem ser respeitadas as seguintes directrizes emanadas do Conselho Científico:
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- A Tabela de Correspondência entre as escalas de avaliação da ESAP e da IES de acolhimento. A listagem de Tabelas de Correspondências existente encontra-se disponível para consulta nos Serviços Administrativos da ESAP;
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- Sempre que a nota que acompanha a avaliação do aluno no exterior corresponde, na tabela aprovada, a mais do que um valor a atribuir como classificação, será utilizada a média obtida pelo aluno na ESAP nos anos anteriores como factor de ponderação. Nesses casos a proposta de equivalência será acompanhada da respectiva justificação (Deliberação CC 10/03/05);
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- Nas situações em que os alunos têm um plano de estudos global aprovado e sem correspondência de disciplina a disciplina, a cada disciplina do plano de estudos do curso deve ser atribuída a nota resultante da média aritmética do conjunto das disciplinas erasmus devendo ser ponderada, nos arredondamentos, com a média do aluno das avaliações obtidas na ESAP até ao ano lectivo anterior (Deliberação CC 18/01/08);
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- Nas situações em que o plano de estudos tem uma correspondência de disciplina a disciplina, a avaliação final resulta da aplicação directa da tabela de equivalências, excepto quando existam intervalos e, mais do que uma classificação, em que deve haver uma ponderação, tendo em vista a média do aluno das avaliações obtidas na ESAP até ao ano lectivo anterior (Deliberação CC 18/01/08).
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Após deliberação do Conselho Cientifico a Coordenação Erasmus comunica o resultado ao aluno e aos Serviços Administrativos da ESAP, para conclusão do processo de equivalências.

 

'; txtErasmus[10]='

INFORMAÇÃO SOBRE O PROGRAMA ERASMUS


O Programa ERASMUS tem como principal objectivo a promoção da cooperação a nível do ensino superior. Esta medida funciona através do estabelecimento de acordos bilaterais entre instituições, constituindo-se parcerias que acordam a mobilidade de alunos e docentes em regime de reciprocidade.
O ERASMUS oferece aos estudantes de um estabelecimento de ensino superior a possibilidade de efectuarem um período de estudos, com pleno reconhecimento académico (reconhecido como parte integrante do programa de estudos do seu estabelecimento de origem), num estabelecimento de outro país elegível para o Programa.
O aluno seleccionado para realizar uma mobilidade ERASMUS terá sempre o estatuto de “estudante ERASMUS”, mas apenas em certos casos poderá beneficiar de uma Bolsa de Mobilidade ERASMUS.

 
FINANCIAMENTOS


A Coordenação Erasmus, de acordo com os potenciais candidatos, procede à candidatura à Agência Nacional (AN) Sócrates/Erasmus para obtenção de bolsas. A AN é quem estabelece o número de bolsas a atribuir a cada Instituição. A mobilidade Erasmus permite estudantes com ‘bolsa zero’, ou seja, estudantes que apesar de não receberem bolsa, preencham todos os critérios para participar num período de mobilidade, beneficiando de todas as mais valias.

O aluno reunirá com a Direcção da CESAP para assinatura do Contrato Erasmus, e recebimento de bolsa se for o caso, devendo fazer-se acompanhar dos seguintes documentos:

- Fotocópia do bilhete de identidade;

- Fotocópia do cartão de contribuinte;

- Fotocópia do boletim de matrícula na ESAP (obrigatório);

- Uma fotografia tipo passe (original).

 

'; txtErasmus[20]='
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O Programa ERASMUS é um subprograma do Programa de Aprendizagem ao Longo da Vida que teve início no dia 01 de Janeiro de 2007 e termina no dia 31 de Dezembro de 2013.
O Programa ERASMUS tem como objectivo apoiar a criação de um Espaço Europeu de Ensino Superior e reforçar o contributo do ensino superior e do ensino profissional avançado no processo de inovação a nível Europeu.
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A Carta Universitária Erasmus (EUC - Erasmus University Charter) permite a uma instituição de ensino superior participar no programa ERASMUS.
A ESAP foi seleccionada com a atribuição uma EUC standard 2007-2013, que permite a mobilidade de estudantes para estudos, docentes e não docentes.
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Número de referência:
220830-IC-1-2007-1-PT-ERASMUS-EUC-1
Código ERASMUS:
P PORTO08
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Toda e qualquer mobilidade erasmus entre IES deverá ocorrer no âmbito de um acordo interinstitucional entre as IES, sendo que cada uma delas deverá ser detentora de uma EUC válida.
Actualmente a ESAP tem 27 acordos bilaterais Erasmus com IES dos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Estónia, Finlândia, França, Itália, Lituânia, Noruega, Polónia, República Checa e Turquia.
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Acordos bilaterais Erasmus com a ESAP (download)
'; txtErasmus[40]='
Agência Nacional para o Programas SOCRATES e Leonardo da Vinci:
http://www.socleo.pt

Comissão Europeia:
http://www.europa.eu.int/comm/education/erasmus.html
http://www.socleoyouth.be

PLOTEUS:
http://europa.eu.int/ploteus
Portal europeu sobre oportunidades de aprendizagem no espaço europeu, incluindo informações sobre os diferentes sistemas educativos e o custo de vida nos países europeus.'; var txtEsap = new Array(); txtEsap[0]=' '; txtEsap[1]='


A Escola Superior Artística do Porto (ESAP) tem como entidade titular a Cooperativa de Ensino Superior Artístico do Porto (CESAP), entidade de utilidade pública, sem fins lucrativos, constituída em Maio de 1982 e legalizada por escritura publicada no Diário da República nº 202, III série, de 1 de Setembro de 1982, tendo autorização de funcionamento concedida pelo despacho 129/mec/86, de 28 de Junho.

A ESAP tem, actualmente, uma dimensão de aproximadamente mil alunos e cento e setenta docentes.

'; txtEsap[2]='


É objectivo da ESAP criar meios que possibilitem na prática pedagógica quotidiana uma interacção entre as diferentes áreas de actividade e saber. Ao manter uma diversidade de cursos, contribui não só para uma especialização, mas também para uma sensibilização às diferentes experiências criativas. Os cursos superiores artísticos desta escola, pela sua concepção e pelo seu funcionamento, podem ser caracterizados pelos seguintes parâmetros:

- combinação equilibrada dos estudos em termos de teoricidade, tecnicidade e criatividade, visando a aquisição de capacidades para o exercício de actividades profissionais e artísticas no âmbito de cada curso.

- ênfase no envolvimento com o meio regional visando o seu desenvolvimento cultural, artístico e arquitectónico, por uma busca de participação nas actividades que, no âmbito de cada curso, promovam a cidade do porto e a região que a envolve.

- responsabilização partilhada e participada de todos os associados da cooperativa, alunos / professores / funcionários, no desenvolvimento das actividades escolares, visando um aumento progressivo da identidade própria da escola, da qualidade da formação e da eficácia do respectivo funcionamento.

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A localização da ESAP nos centros históricos das cidades do Porto e de Guimarães – patrimónios da humanidade – corresponde a uma opção estratégica. Este facto tem estimulado uma participação constante no meio urbano em que se insere, quer através de exercícios curriculares equacionados para responder a necessidades concretas, quer mesmo por solicitação das instituições e órgãos de poder local. Também na sequência do trabalho pedagógico e científico desenvolvido nas condições descritas, os alunos da ESAP têm sido distinguidos com vários prémios e menções a nível nacional e internacional, através da sua participação em variados concursos. Tal sucesso é motivo de orgulho e estímulo no sentido de dar continuidade a este projecto de escola, já que ele confirma a validade dos objectivos e métodos pedagógicos prosseguidos.

A ESAP é uma escola associada da Unesco e desenvolve vários acordos bilaterais com universidades europeias, no âmbito do programa Sócrates e Leonardo, de mobilidade internacional de docentes e estudantes.
A qualidade do seu corpo docente e do ensino ministrado, o acompanhamento personalizado do processo de formação – informação, a ligação escola – meio, em permanente expansão, fazem da ESAP uma instituição de prestígio, onde faz sentido estudar e preparar-se para as exigências de hoje e amanhã.

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Brevemente…'; var txtMestradosBolonha = new Array(); txtMestradosBolonha[1]='

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MESTRADO EM TEATRO  

Áreas de Especialização:
- Dramaturgia e Estudos Teatrais
- Encenação e Produção


GRAU DE MESTRE
4 semestres / 120 créditos ECTS        

 
Plano de Estudos
 
 
Especialização Dramaturgia e Estudos Teatrais
 
Área Científica Sigla Créditos
Obrigatórios Optativos
 
 
Teatro TEA 60
Teoria e Crítica do Teatro TCT 18  
Dramaturgia DRT 18  
Ciências Sociais CS 6  
Livres     18
Total 102 18
 
Especialização Encenação e Produção
 
Área Científica Sigla Créditos
Obrigatórios Optativos
 
 
Teatro TEA 72
Teoria e Crítica do Teatro TCT 12  
Dramaturgia DRT 6  
Ciências Sociais CS 6  
Livres     24
Total 96 24
 

Áreas de Especialização em Dramaturgia e Estudos Teatrais e em Encenação e Produção

1º Semestre

Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Metodologias de Investigação CS s 160 T: 30; OT: 15 6
Problemáticas do Teatro Contemporâneo TCT S 160 T: 30; OT: 15 6
Semiologia do Espectáculo DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (a)
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (a)
 
Área de Especialização em Dramaturgia e Estudos Teatrais

2º Semestre
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Teoria da Encenação TCT S 160 T: 30; OT: 15 6
Dramaturgia DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Semiologia do Texto e da Representação DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Estudos Teatrais TCT S 160 T: 30; OT: 15 6
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (a)
 
Área de especialização em Encenação e Produção

2º Semestre
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Encenação TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Produção TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Teoria do Espaço Cénico TCT S 160 T: 30; OT: 15 6
Estudos Teatrais TCT S 160 T: 30; OT: 15 6
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (a)
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (a)
 
Áreas de Especialização em Dramaturgia e Estudos Teatrais e em Encenação e Produção

3 e 4º Semestres
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Dissertação TEA A 1600 T: 30; OT: 10 60 (b)
Trabalho de Projecto
 
Áreas de Especialização em Dramaturgia e Estudos Teatrais e em Encenação e Produção

Unidades Curriculares optativas semestrais
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Tragédia Antiga e Teatro Contemporâneo HA S 160 T: 30; OT: 15 6
Artes Plásticas Aplicadas ao Teatro AP S 160 T: 30; OT: 15 6
Problemáticas da Tradução Teatral DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Técnicas de Improvisação Teatral TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Dramoterapia TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Espaço Cénico TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Tecnologias Aplicadas TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Analise e Prática Dramatúrgica DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Teatro Musical TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Teatro Europeu Moderno e Contemporâneo HA S 160 T: 30; OT: 15 6
Públicos CS S 160 T: 30; OT: 15 6
Axiologia do Texto Dramático DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Arquitectura e Teatro TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
 
 
 

Obs:
(a) - A escolher de entre o elenco a fixar pelo órgão legal e estatutariamente competente da instituição de ensino superior.
(b) – A escolher uma.

 
Legenda:
 
A -  Anual
OT -  Orientação Tutorial
S – Semestral
S – Seminário
T – Teórico
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MESTRADO EM TEORIA, CRÍTICA E HISTÓRIA DA ARQUITECTURA GRAU DE MESTRE

4 semestres / 120 créditos ECTS        

 
Plano de Estudos
 
 
Área Científica Sigla Créditos
Obrigatórios Optativos
 
 
Teoria e Crítica da Arquitectura TCARQ 24 6(a)
História da Arquitectura HARQ 12 6(a)
Teoria e Crítica da Arquitectura OU História da Arquitectura TCARQ ou HARQ 60(b)  
Livres     12
Total 96 24
 
 

1º Semestre / 1º Ano

Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Teoria e Crítica da Arquitectura I TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
História da Arquitectura Contemporânea I HARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Novas Visões da Arquitectura I TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (c)
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (c)
 
2º Semestre / 1º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Teoria e Crítica da Arquitectura II TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
História da Arquitectura Contemporânea II HARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Novas Visões da Arquitectura II Novas Visões da Arquitectura II S 160 T: 30; OT: 15 6
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (c)
Opção - S 160 T: 30; OT: 15 6 (c)
 
3º + 4º Semestres / 2º Ano
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Dissertação TCARQ ou HARQ A 1596 T: 30; OT: 10 60 (d)
 
Unidades Curriculares optativas semestrais
 
Unidades curriculares Área científica Tipo Tempo de trabalho (horas) Créditos
(ECTS)
Total Contacto
 
 
Teoria e Crítica do Urbanismo TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Teoria e Crítica da Intervenção no Património Construído TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Teoria e Crítica da Paisagem TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
História do Urbanismo HARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
História da Intervenção no Património Construído HARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
História da Paisagem HARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Cidade e Políticas Territoriais TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Arquitectura e Teatro TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
Teatro Musical TEA S 160 T: 30; OT: 15 6
Teatro Europeu Moderno e Contemporâneo HA S 160 T: 30; OT: 15 6
Públicos CS S 160 T: 30; OT: 15 6
Axiologia do Texto Dramático DRT S 160 T: 30; OT: 15 6
Arquitectura e Teatro TCARQ S 160 T: 30; OT: 15 6
 
 
 

Obs:
(a) - 12 Créditos a obter em UCs optativas obrigatoriamente escolhidas nas áreas de TCARQ (6 créd.) e HARQ (6 créd.).
(b) - 60 créditos ECTS correspondentes à dissertação e que podem ser obtidos na área de Teoria e Crítica da Arquitectura ou na área de História da Arquitectura.
(c) – A escolher de entre o elenco a fixar pelo órgão legal e estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior, considerando que, no conjunto das quatro unidades curriculares, 6 créditos deverão ser realizados na área científica de Teoria e Crítica da Arquitectura (TCARQ) e 6 créditos deverão ser realizados na área científica de História da Arquitectura (HARQ).
(d) – A escolher a área científica.

 
Legenda:
 
A -  Anual
O -  Outras
OT -  Orientação Tutorial
S – Semestral
S – Seminário
T – Teórico
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CESAP - COOPERATIVA DE ENSINO SUPERIOR ARTÍSTICO DO PORTO
ENTIDADE INSTITUIDORA
ESAP - ESCOLA SUPERIOR ARTÍSTICA DO PORTO
ORGÃO DE REPRESENTANTES
DIRECÇÃO ACADÉMICA
DIRECÇÕES DE CURSO Arquitectura l
Animação e Produção Cultural | Artes Visuais-Fotografia | Artes Plásticas e Intermédia | Cinema e Audiovisual | Design e Comunicação Multimédia | Teatro - Interpretação e Encenação
ORGÃOS DIRECTIVOS
ORGÃOS DIRECTIVOS
CENTROS DE INVESTIGAÇÃO / DOCUMENTAÇÃO
SERVIÇOS DE APOIO
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O Cinema, a Televisão, a Internet e o Audiovisual, com todas as novidades que trarão ao século XXI, colocam os criadores e gestores desta profissão de narradores de histórias, frente a desafios nunca antes vistos, e perante novas e fascinantes possibilidades tecnológicas capazes de fazer na tela o inimaginável até agora.

O que para Pudovkin, para Buñuel ou para Manoel Oliveira de “Douro ,Faina Fluvial”, era uma arte, um oficio minucioso como o dos artesãos e ourives do renascimento, tornou-se na indústria mais poderosa do mundo e o mercado global do audiovisual gera actualmente tanto ou mais dinheiro que qualquer outra industria, incluindo a de produção de armamento.

O audiovisual – cinema, televisão e todos os outros - é um complexo meio comercial, social, político e legal onde quem não se actualiza permanentemente e aprende a dominar as regras do jogo pode perder rapidamente o comboio da comunicação audiovisual.

Com o MASTERCAP (Pós-graduação de Cinema e Audiovisual do Porto) área da “PRODUÇÃO E GESTÃO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL”, a ESAP pretende oferecer ao vasto rol de interessados na área do cinema, da televisão e do audiovisual em geral a oportunidade de PARTICIPAR activamente num curso prático que se adapta às bases de uma arte que antes de chegar às telas exige a coordenação de estruturas complexas de organização e negociação.

Os procedimentos, estratégias, formatos, técnicas de desenvolvimento de projectos, planos de negócio, gestão e capacidades financeiras, são questões que hoje se apresentam com um potencial ao mesmo tempo rigoroso e metódico, mas suficientemente criativo para justificar o envolvimento dos artistas do meio cinematográfico e audiovisual.

A atestar a importância que a gestão de projectos no Audiovisual tem hoje, está o facto de a Comunidade Europeia, através do PROGRAMA MÉDIA, ter lançado recentemente uma directiva determinando que o apoio financeiro à formação deva incidir preferencialmente na criação de cursos de Gestão e Produção do Audiovisual. Também por essa razão, esta Pós-graduação está estruturada de acordo com as normas europeias para a produção, distribuição e exibição de filmes e programas televisivos e audiovisuais e recorrerá a um corpo docente constituído por professores nacionais e internacionais devidamente credenciados pelo PROGRAMA MÉDIA e pelo EAVE. (European Audiovisual Entrepeneurs).

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O MASTERCAP -  área da PRODUÇÃO E GESTÃO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL  é uma iniciativa do Curso Superior de Cine-Video da Escola Superior Artística do Porto (ESAP) cujo objectivo primordial consiste em oferecer a estudantes e profissionais do audiovisual português, dos PALOP e europeu, um Curso Especializado de Estudos Audiovisuais que lhes proporcione o conhecimento prático das ferramentas, procedimentos e contactos internacionais imprescindíveis para operar na indústria audiovisual de hoje.

O MASTER baseia-se na necessária polivalência que exigem os criadores, guionistas e directores que para fazerem dos seus projectos realidade não podem prescindir do conhecimento do mercado nem das técnicas de produção executiva, financiamento e negociação que se praticam internacionalmente. O Curso coloca o acento criativo no desenvolvimento de Guiões e de Projectos, na Inovação Narrativa, centro de toda a produção, e no potencial dos produtores  e realizadores como futuros criadores de empresas de cinema e audiovisual.


O MASTERCAP foi estruturado para:

 formar  criadores, autores e realizadores com capacidade de gestão
 formar gestores, produtores e empresários com capacidade criativa
 dotar criadores e gestores com ferramentas de análise e negociação
 gerar empresas capazes de desenvolver projectos audiovisuais múltiplos
 dotar criadores e empresários com ferramentas de mercado
 gerar relações e acordos entre criadores e empresários internacionais
 ampliar o leque de contactos  para co-produções entre países
 introduzir os participantes no mercado internacional de ideias, projectos, co-produções e empresas cinematográficas e audiovisuais.

 O MASTERCAP, área de “PRODUÇÃO E GESTÃO AUDIOVISUAL INTERNACIONAL” baseia o seu método pedagógico na formação através de uma prática assente num processo permanente de CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PROJECTOS para Cinema e Televisão.

O MASTER e o seu projecto de formação não é uma ideia espontânea e original, pelo contrário, surge de uma experiência testada e desenvolvida por outros programas e peritos de Formação Superior Contínua que vêm operando internacionalmente na Europa e nos Estados Unidos há mais de 15 anos, muitos dos quais enquadram-se no Programa MEDIA da União Europeia. Dos programas europeus e internacionais, que apoiam directa ou indirectamente o curso, destacam-se:

EAVE
O Curso utilizará muitos dos princípios e da metodologia desenvolvidos pela EAVE, The European Audiovisual Entrepreneurs, adaptando-os às circunstâncias específicas do panorama cinematográfico e audiovisual português.

INPUT
Toda a metodologia de análise e estudo de obras audiovisuais, especialmente de programas de TV, nascerá da experiência e prática desenvolvidas à mais de 25 anos por INPUT, a Conferência Internacional de Televisão. Em cada curso promover-se-á o evento "The Best of INPUT Porto", uma mostra / debate a portas abertas com os filmes e programas mais inovadores do IMPUT seleccionados em todo o mundo.

MEDIA DESK-PORTUGAL
Uma parte dos docentes do MASTERCAP é constituída por profissionais que desenvolveram a sua metodologia pedagógica em cursos do programa MEDIA da União Europeia. O MEDIA DESK Portugal é o organismo que apoia directamente os profissionais portugueses que frequentam esses programas de formação. O apoio do gabinete MEDIA DESK ao MASTERCAP realizar-se-á através da organização directa de um dos Seminários do curso.

ICAM
O ICAM, enquanto organismo máximo que tutela o cinema e o audiovisual português, nas suas múltiplas manifestações, é também um dos patrocinadores oficiais do MASTER, participando na organização de um Seminário, cedendo informação actualizada e acesso à base de dados do cinema e audiovisual português.

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DIRECÇÃO DO MASTERCAP DA ESAP

Prof. Doutor Carlos Melo Ferreira
Coordenação Científica   

Prof. Doctora Mª Helena Maia
Coordenadora de Doutoramentos e Pós-graduações.

Enrique Nicanor
Director Pedagógico

M. F. Costa e Silva
Coordenador Técnico do Curso

PERITOS/DOCENTES
Enrique Nicanor (MASTERCAM -Madrid e MASTERCAC -Barcelona)
Produção e gestão de empresas de audiovisual

António Pedro de Vasconcelos ( ARCA)
Concepção e realização de projectos cinematográficos

M. F. Costa e Silva (ESAP)
Narração/Guião

Cayetana Mulero (MASTERCAM-Madrid )
Temas legais

Manuel Cristobal (EAVE)
Produção Executiva

Stephanie Von Luckowicz (EAVE)
Pitching e Negociação

João Vilela (KRIPTON)
Criação e gestão de empresas de filmes publicitários

Nuno Fonseca (MEDIA EUROPA)
Programas Europeus para o Audiovisual

Paulo Gonçalves (ICAM)
Perfil da Produção em Portugal

Luís Galvão Teles (Fado Filmes)
Produção e Distribuição

Abi Feijó
Criação de Projectos de Animação

Carlos Melo Ferreira
Análise de Produtos Audiovisuais

CONSELHO INTERNACIONAL
É o Órgão Superior Consultivo do MASTERCAP em matéria pedagógica internacional. É composto por profissionais destacados da indústria e da cultura audiovisual portuguesa e internacional e as suas reuniões são moderadas pelo Director Pedagógico.

M. F. Costa e Silva
Coordenador técnico do MASTERCAP, Portugal

Enrique Nicanor
Director pedagógico do MASTERCAP, MASTERCAM (Madrid) e MASTERCAC (Barcelona), Espanha

Carlos Melo Ferreira
Coordenação Científica do MASTERCAP

José Pedro Ribeiro
Presidente do ICAM, Portugal

Mike Fentiman
BBC, former INPUT Presidente, UK

Daniel Diaz Torrez
Director EICTV, Cuba

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O Curso contará com a participação de especialistas institucionais, profíssionais que representam organismos e instituições oficiais relacionadas com a cinematografia e o audiovisual. A participação far-se-á quer através da participação na sessão de PITCHING, quer participando directamente na formação dos participantes através de Seminários, Palestras ou Comunicações.

Representante do ICAM:
- Dr. José Pedro Ribeiro
- Dr. Nuno Fonseca – Media Europa

Representante do Programa MEDIA:
- Amélia de Sousa Tavares, MEDIA DESK, Portugal

Representante da APR - Associação de Produtores de Cinema:
- Paulo Trancoso

Representante da ARCA - Associação de Realizadores de Cinema e Audiovisuais:
- António Pedro de Vasconcelos

Representante da APIT - Associação de Produtores Independentes de Televisão:
- Frederico Ferreira de Almeida

Representante da APPA - Associação Portuguesa de Produtores de Animação:
- Humberto Santana

Representante da KRIPTON, Produtora de filmes publicitários:
- João Vilela

Representantes das Televisões:
RTP/RTP NORTE: Mestre Isolino de Sousa
TVI: Eng. Paulo Moura
SIC: Dr. Carlos Rico

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O Curso é estruturado em 3 trimestres, cada um abordando um tema específico. Por sua vez cada tema é constituído por um conjunto de módulos. O curso terá um total de 340 horas, sendo 280 presenciais e 60 através de ensino à distância.

1º TRIMESTRE
INTENSIVE TRAINING: 90 horas
DISTANCE TRAINING: 30 horas

Criação e Desenvolvimento do Projecto
1. O Produtor/Director: Autor e Empresário
2. A empresa: Ideias e Negócio
3. Análise e Desenvolvimento de Ideia
4. Sinopses, Tratamento, Desenvolvimento de Guião 1
5. Desenvolvimento Financeiro /Ajudas Nacionais e Europeias
6. Direito Audiovisual. Aspectos legais
7. Packaging 1
8. Pitching 1
9. Gestão de Projecto / Gestão Empresa

A preparação do 2º trimestre consiste em aplicar toda a informação adquirida, desenvolver toda a documentação do projecto (sinopses, tratamento, guião, orçamento, plano de financiamento, etc.) definindo as estratégias que comporão o PACKAGE de cada participante.

Os participantes sem projecto trabalham em equipa com os participantes com projecto.

2º TRIMESTRE
INTENSIVE TRAINING: 90 horas
DISTANCE TRAINING: 30 horas

Financiamento e Package
1. Desenvolvimento do Projecto
2. Análise e Desenvolvimento de Guião 2
3. Técnicas internacionais de orçamentação
4. Plano de Financiamento
5. Plano de Negócios / Business Plan
6. Aspectos legais 2

Período de trabalho guiado à distância.
Os participantes trabalham nas tarefas designadas pelos Peritos para continuar no 3º trimestre.

Com as classes pontuais e o trabalho de grupo, os participantes elaboram a PRIMEIRA VERSÃO DO PACKAGE.
 
Durante o período de trabalho à distância os participantes corrigem e desenvolvem os seus Packages de acordo com as instruções dos Peritos e Consultores.

3º TRIMESTRE
INTENSIVE TRAINING: (80 horas)
PRATICA MERCADO: (10 horas)
SESSÃO DE PITCHING: (10 horas)
  
Introdução ao Mercado
1. O Package Final
2. Técnicas de Negociação e Pitching
3. O Projecto e a Empresa no Mercado Internacional
5. Prática num Mercado / Festival Internacional
6. Sessão Final de Pitching

Com as aulas dos Peritos e o trabalho de grupo com os Tutores, os participantes desenvolvem o PACKAGE FINAL do seu projecto e um  Mini-Package para ser publicado. 

INTERNATIONAL SCREENINGS / CASE STUDIES

THE BEST OF INPUT

Projecções debates de filmes de ficção, documentários e programas de TV
procedentes da Selecção Internacional de INPUT
(os 100 programas internacionais mais inovadores do ano)

UMA PRATICA PARA CONHECER AS ULTIMAS TENDENCIAS INTERNACIONAIS
 DA TÉCNICA E CREATIVIDADE

SESSÕES DE DEBATE DIRIGIDAS PELOS PARTICIPANTES
PARA O PÚBLICO EM GERAL

Com a presença, em caso de obtenção de patrocínios, dos Directores / Produtores das produções

Filmes cedidos por  deferência do INPUT International
(segundo critérios e requerimentos do INPUT)

O LIVRO VERMELHO
É a Publicação de todos os Mini-Packages desenvolvidos pelos Participantes com Projecto e dos Mini-Packages de pessoal ou de empresa dos Participantes sem projecto.

O LIVRO VERMELHO envia-se aos Decision Makers que participarão na SESSÃO DE PITCHING, para que conheçam e estudem previamente os Projectos dos participantes.

A WEB
Será desenvolvida uma versão dos Mini-Packages para ser publicada na WEB do MASTERCAP


PRÁTICA DE MERCADO INTERNACIONAL (*)
NO CENTRO DO MUNDO AUDIOVISUAL
A Direcção Pedagógica organizará, em cada curso, uma viagem/prática orientada pelos docentes a um Mercado Internacional de Cinema, Televisão e Audiovisual (MIP-MIPCOM-INPUT etc.) Na viagem realizar-se-ão práticas reais de:
1. Análise de projecto em mercado.
2. Identificação de Co-productores e Financiamento.
3. Negociação

Os Participantes do MASTERCAP, com ou sem projecto, poderão participar activamente no evento desde que assegurem os gastos inerentes à mesma.

 (*) Gastos de viagem não incluídos na matrícula.


SESSÃO DE PITCHING

SESSÃO FINAL DE PITCHING

Na última fase do curso efectua-se A APRESENTAÇÃO DE PROJECTOS E PACKAGES a um painel de 10-15 Peritos do mercado audiovisual real, nacional e internacional.

Os Participantes tem reuniões individuais com os Decison Makers DURANTE AS 2 PRIMERAS HORAS para apresentar os seus projectos.

Nas DUAS ÚLTIMAS HORAS DA TARDE, em Sessões Plenárias, os Decison Makers participam num Briefing Geral dos projectos que lhe foram submetidos individualmente.

10-15 Decison Makers convidados entre
• Programadores de TV
• Directores de Programas de Televisão
• Agentes de vendas
• Distribuidores
• Produtores Independentes destacados de cinema e TV

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Peritos/Docentes

Enrique Nicanor (MASTERCAM -Madrid e MASTERCAC -Barcelona)
Produção e gestão de empresas de audiovisual

António Pedro de Vasconcelos ( ARCA)
Concepção e realização de projectos cinematográficos

M. F. Costa e Silva (ESAP)
Narração/Guião

Cayetana Mulero (MASTERCAM-Madrid )
Temas legais

João Vilela (KRIPTON)
Criação e gestão de empresas de filmes publicitários

Nuno Fonseca (MEDIA EUROPA)
Programas Europeus para o Audiovisual

Manuel Cristobal (EAVE)
Produção Executiva

Paulo Gonçalves (ICAM)
Perfil da Produção em Portugal

Lynne Polak (UER)
Produção Executiva

Luís Galvão Teles (Fado Filmes)
Produção e Distribuição

Abi Feijó
Criação de Projectos de Animação

Carlos Melo Ferreira
Análise de Produtos Audiovisuais

Stephanie Von Luckowicz (EAVE)
Pitching e Negociação

Concelho Internacional

É o Órgão Superior Consultivo do MASTERCAP em matéria pedagógica internacional. É composto por profissionais destacados da indústria audiovisual portuguesa e internacional e as suas reuniões são moderadas pelo Director Pedagógico.

M. F. Costa e Silva
Coordenador MASTERCAP, Portugal

Enrique Nicanor
Director MASTERCAM e MASTERCAC, Espanha

Carlos Melo Ferreira
Coordenação Científica do MASTERCAP

Elísio de Oliveira
Presidente do ICAM, Portugal

Mike Fentiman BBC, former INPUT Presidente , UK Lynne Polak
União Europeia de Radiodifusão (EBU), Suiça

Daniel Diaz Torrez
Director EICTV, Cuba

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Os Participantes compõem um grupo integrado de diferentes procedências, nacionalidades e experiências académicas e profissionais, de forma para que possam interagir trocando experiências complementares entre si.

Requisitos de Admissão:
1. Detentores de cursos superiores na área do cinema, do audiovisual.

2. Detentores de outros cursos superiores, mas com experiência comprovada na área do MASTERCAP.

3. Profissionais que trabalham na área do cinema, da televisão e do audiovisual.

4. Profissionais de empresas financeiras ou bancárias, que se interessam em adquirir know -how  para poder investir no mercado audiovisual.

5. Formados em Direito, que trabalhem na área do Direito da Comunicação e demonstrem interesse em especializar-se no campo de direitos e contratos audiovisuais.

6. Excepcionalmente, podem ser admitidos participantes sem curso superior, sendo-lhe atribuído apenas um diploma de participação.

7. Todos os candidatos serão submetidos a um processo de selecção da responsabilidade da Direcção do MASTERCAP.

8. O MASTERCAP terá dois tipos de participantes:

Participante com projecto de produção
a) Aqueles que trazem um projecto cinematográfico televisivo ou audiovisual (ficção, curta ou longa-metragem, documental, animação ou programas de televisão).

Participante sem projecto
b) Aqueles que não têm projecto de produção no momento de iniciar o curso. Neste caso integrarão uma equipa de projecto doutro elemento do curso.


AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos é feita em 3 momentos:
1. Contínua, com base no trabalho de desenvolvimento dos projectos.
2. Pela participação activa em pelo menos 80% dos módulos do curso.
3. Avaliação do PACKAGE final em que o participante esteve envolvido.

DIPLOMA
O dia final do curso, depois do MASTER PITCHING celebra-se a Cerimonia de Pós-graduação. Entrega-se um diploma de curso a cada participante que tenha cumprido os requisitos básicos de participação e avaliação.

Os participantes sem curso superior receberão uma declaração de participação desde que tenham cumprido os requisitos mínimos de participação.

'; txtPosGraduacao[16]='

A avaliação dos alunos é feita em 3 momentos:
1. Contínua, com base no trabalho de desenvolvimento dos projectos.
2. Pela participação activa em pelo menos 80% dos módulos do curso.
3. Avaliação do PACKAGE final em que o participante esteve envolvido.

DIPLOMA

O dia final do curso, depois do MASTER PITCHING celebra-se a Cerimonia de Pós-graduação.
Entrega-se um diploma de curso a cada participante que tenha cumprido os requisitos básicos de participação e avaliação.
Os participantes sem curso superior receberão uma declaração de participação desde que tenham cumprido os requisitos mínimos de participação.

'; txtPosGraduacao[17]='É a publicação de todos os Mini-Packages desenvolvidos pelos Participantes com Projecto e dos Mini-Packages de pessoal ou de empresa dos Participantes sem projecto.
O LIVRO VERMELHO envia-se aos Decision-makers que participarão na SESSÃO DE PITCHING, para que conheçam e estudem previamente os Projectos dos participantes.
A WEB
Será desenvolvida uma versão dos Mini-Packages para ser publicada na WEB do MASTERCAP

SESSÃO FINAL DE PITCHING

Na última fase do curso efectua-se A APRESENTAÇÃO DE PROJECTOS E PACKAGES a um painel de 10-15 Peritos do mercado audiovisual real, nacional e internacional.
Os Participantes tem reuniões individuais com os Decision-makers DURANTE AS 2 PRIMERAS HORAS para apresentar os seus projectos.
Nas DUAS ÚLTIMAS HORAS DA TARDE, em Sessões Plenárias , os Decision-makers participam num Briefing Geral dos projectos que lhe foram submetidos individualmente.
10-15 Decision Makers convidados entre:
• Programadores de TV
• Realizadores de Programas de Televisão
• Agentes de vendas
• Distribuidores
• Produtores independentes destacados de cinema e TV'; txtPosGraduacao[18]='

THE BEST OF INPUT
Projecções debates de filmes de ficção, documentários e programas de TV procedentes da Selecção Internacional de INPUT(os 100 programas internacionais mais inovadores do ano)

UMA PRATICA PARA CONHECER AS ULTIMAS TENDÊNCIAS INTERNACIONAIS
DA TÉCNICA E CRIATIVIDADE
SESSÕES DE DEBATE DIRIGIDAS PELOS PARTICIPANTES
PARA O PÚBLICO EM GERAL


Com a presença, em caso de obtenção de patrocínios, dos Realizadores / Produtores das produções

Filmes cedidos por deferência do INPUT International
(segundo critérios e requerimentos do INPUT)

PRÁTICA DE MERCADO INTERNACIONAL (*)


NO CENTRO DO MUNDO AUDIOVISUAL
A Direcção Pedagógica organizará, em cada curso, uma viagem prática orientada pelos docentes a um Mercado Internacional de Cinema, Televisão e Audiovisual (MIP-MIPCOM-INPUT etc.) Na viagem realizar-se-ão práticas reais de:
1. Análise de projecto em mercado.
2. Identificação de Co-productores e Financiamento.
3. Negociação


Os Participantes do MASTERCAP, com ou sem projecto, poderão participar activamente no evento desde que assegurem os gastos inerentes à mesma.
(*) Gastos de viagem não incluídos na matrícula.

'; txtPosGraduacao[19]='http://www.mastercam.sunitedmedia.com/

MASTERCAC ESCAC - BARCELONA
http://www.mastercac.sunitedmedia.com/

http://www.eave.org/

http://www.mediadesk.icam.pt/

http://www.icam.pt/ '; txtPosGraduacao[21]='
.
Informações em: http://escultura.uvigo.es/
'; txtPosGraduacao[22]='
.
Informações em: http://escultura.uvigo.es/
'; txtPosGraduacao[23]='
.
Informações em: http://escultura.uvigo.es/
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Informações em: http://escultura.uvigo.es/
'; txtPosGraduacao[24]='
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Informações em: http://escultura.uvigo.es/
'; txtPosGraduacao[25]='
.
Informações em: http://escultura.uvigo.es/
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